quinta-feira, 11 de março de 2010

Amigos



Na minha primeira postagem falando sobre o Oscar Filho chamada O Amigo Secreto, comentei sobre a vontade que sentia em dizer pra todo mundo que ele é meu amigo e o receio de me passar por mentiroso ou convencido por fazer isso.

Imagina a situação: você passa a infância e a adolescência ao lado de um cara que é o seu melhor amigo, aí, um dia, esse cara começa a fazer sucesso na TV. Você fica tão feliz que começa a contar pras pessoas a sua volta. Mas, como essas pessoas não conviveram com você e muito menos com o seu amigo, elas não acreditam.

Alguns acreditam. Mas, entre esses, tem sempre um ou outro que comenta: "- Hum, Fulando tá se achando só porque o amigo dele tá na TV!"

Sabe de uma coisa? Quero que esses críticos se danem!

Tenho motivo de sobra pra ter orgulho do Oscar e de tantos outros grandes amigos anônimos e maravilhosos!

Aliás, de tão maravilhos eles estão deixando de serem anônimos...

Na minha postagem intitulada Pequeno Pônei, citei o nome de Alex Moreno.

Pois bem!

Alex Moreno também é ator e também é um dos meus grandes amigos de infância, adolescência e eternidade.

E ele está na novela Cama de Gato fazendo o papel de Luck. Hoje, até rolou uma entrevista com ele no Vídeo Show. Pra quem não viu, clica AQUI !

É, gente, se já era difícil convencer alguém que eu tinha 1 amigo famoso, imagina 2!

E 2 por enquanto, né!

sábado, 6 de março de 2010

Casamento


 
Quando eu era solteiro e estava namorando, as frases que mais ouvia das pessoas eram:

“- Vai casar quando?”

“- Todo mundo tem que casar!”

“- Tá na hora de casar!”

O mais interessante é que 99% dessas pessoas também viviam falando mal dos seus casamentos e respectivos (as) companheiros (as).

Quer dizer, é o típico pensamento “generoso”: “Eu já me fodi (casei), agora, é a sua vez!”

Falando no casamento dos outros...

No fim do mês passado, estava completamente duro e torcendo para aparecer uma festa em que pudesse ir “na faixa”. No dia seguinte, um amigo de longa data veio me trazer o convite do seu casamento.

Abrindo o envelope, encontrei, além do convite, um cartãozinho com a seguinte inscrição: “Lista de Presentes nas Lojas X e Y”.

Ou seja, descobri que a festa do casamento não seria tão “na faixa” assim!

Alguém já viu um presente barato nessas listas?

O pior é que esse amigo é do tipo que nunca vai a uma festa se não tiver grana para comprar um presente. Logo, se ele me disser: “- Paulo, o importante não é o presente e sim a sua presença no meu casamento.”, eu não vou acreditar!

Garanto que nessas listas não há itens de primeira necessidade como: saca-rolhas, abridor de latas e rodinho de pia!

E por quê? Porque isso já foi pedido no Chá de Cozinha.

A conclusão é: Casamento não fica caro apenas para os noivos, mas, para os convidados também.

E isso não é a única coisa desagradável que rola em casamentos. Vejam outras:

* Na hora de entrar na igreja, o noivo está tão tenso que seu rosto fica quase tão “expressivo” quanto o do Doutor House.

* No caso dos casamentos não religiosos, sempre aparece um tio de terno que diz que vai “falar apenas algumas palavras”. E começa:

“- Meus amigos aqui presentes...blá, blá, blá...

...

...

...

...

(45 minutos depois)

...

... agora, pode beijar a noiva!”

Nessa hora, a galera grita, assovia e comemora como se o Brasil tivesse marcado um gol contra a Argentina na final da Copa do Mundo, aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação!

* Nas cerimônias em igrejas, sempre tem um recém-nascido que fica berrando o tempo todo enquanto o padre fala. Aí entra o lance da “generosidade” de novo. A mãe, com certeza, pensa: “Se eu não vou conseguir ouvir a cerimônia por causa do choro do meu filho, os outros também não conseguirão!”

* Há outra criança que fica correndo o tempo todo dentro da igreja, com aquele tênis que acende a luzinha, além de ficar mexendo em todos os arranjos de flores, sem que seus pais façam algo para detê-lo. Aí, o padre pede para o coroinha tomar uma providência. O coroinha chega pro garotinho e diz:

- Oi, tudo bem? Como é seu nome?

- Vinícius.

- Você pode ficar quietinho enquanto o padre faz o casamento?

- Ah, vai tomá no seu C...!!!

O coroinha, horrorizado, pega uma jarra de água benta e obriga o molequinho a fazer gargarejo!

Falando em jarra...

Dias atrás, fui num casamento em que os garçons demoraram tanto para servir as bebidas que eu já estava cuspindo areia de tanta sede!

De repente, apareceu um garçom com uma jarra com um líquido transparente e perguntou:

- O senhor está servido?

- O que é isso? – perguntei.

- Água.

- Putz! Então me arruma uma pitada de sal e duas colheres de açúcar pra eu botar aí porque já estou desidratado!

- Como, senhor?

- Esquece! Tem Cerveja aí? Chope? Qualquer coisa que contenha álcool e não seja de limpeza?

- Não, senhor. Nosso bufê não serve bebidas alcoolicas.

É mole?

Outra coisa extremamente irritante é a falta de criatividade dos DJs contratados para animar a festa. Num determinado momento do baile, pode ter certeza que ele vai começar a perguntar:

“- Quem torce pro Palmeiras aí?” “- E pro Corinthians?”

E o povo todo gritando pra mostrar pra que time torce...

E na hora das músicas? Começa com som dos Anos 60. Legal! Aí, vem vindo. Quando chega nos anos 90 e 2000, começa a tocar grandes hits como “A Dança da Manivela”, “A Nova Loira do Tchan”, "Macarena" e várias outras. Aí, sempre tem uma gordinha que acabou de ter filho, mas quer mostrar que sabe as coreografias. E quase se mata de tanto rebolar. Aí, o marido fica puto e pra descontar, começa a dar em cima da prima galinha dela, que ainda por cima é magrela!

Pronto! Tá armada a confusão! A gordinha tenta “dá na cara” da magrela, o marido entra no meio e leva um “tapão no pé do ouvido” e o barraco rola até a turma do deixa - disso apartar.

E tudo acontece sem que os noivos percebam.

Aí, pra evitar mais confusão, o DJ resolve trocar a música e coloca “REBOLATION!”

E eu, pra evitar sair no soco com esse DJ, resolvo acabar esse texto por aqui!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Há males que vem para o bem



Andrea namorava Roger.

Roger era o tipo de rapaz que toda garota sonhava em namorar (tirando algumas lésbicas). Era muito bonito, simpático, engraçado, inteligente e rico.

Seria o cara perfeito, não fosse um único defeito: mau hálito!

Durante anos ele buscou solucionar esse problema.

Primeiro, foi a vários médicos e dentistas que lhe disseram a mesma coisa: “- Não encontramos problema algum!”

Procurou ajuda na homeopatia e na botânica. Mas, sem sucesso.

Numa tentativa mais desesperada, foi atrás de curandeiros, bruxos e até de um padre exorcista. Chegou a ir a 3 encontros religiosos dos 318 pastores. Contudo, o bafão podre continuava.

Sua única chance talvez fosse invocar aquele ser que pode tudo no Universo (tirando Deus, é claro). Eu estou falando dele: Chuck Norris!

Mas, Roger não o encontrou no Twitter!

Como o mau hálito não poderia ser resolvido, o jeito era disfarçá-lo.

Além de chupar umas 80 balas de hortelã e mascar uns 30 chicletes de menta por dia, Roger começou a tomar medidas drásticas para que seu hálito se tornasse, ao menos, suportável: passou a escovar os dentes com Dermacyd, a fazer gargarejos com Cloro, além de ter pendurado uma pedra sanitária na língua como se fosse um piercing.

Andrea, embora amasse Roger, estava prestes a se separar dele. Não por preconceito, mas, porque o bafo-de-onça dele lhe causava ânsia de vômito.

As vésperas da separação, Andrea acordou com um terrível fedor no nariz. E embora tivesse dormido sozinha, no reflexo, chegou a olhar para o lado, só pra ter certeza de que Roger não estava lá.

O tempo foi passando e aquele cheiro desagradável no nariz de Andrea foi sumindo. O problema é que a sua capacidade de sentir o cheiro das coisas foi sumindo também.

Assustada, ela procurou um médico, que logo deu o seu diagnóstico:

- O que causou mau cheiro no seu nariz foi uma Sinusite. E como essa sinusite não foi bem curada, ela está evoluindo para uma Anosmia, que é a perda do olfato ou a perda da capacidade de sentir cheiros. Vamos começar o tratamento hoje mesmo!

Mas, Andrea não quis se tratar.

Hoje, quatro anos depois, ela se adaptou totalmente à sua deficiência.

E vive feliz, num sítio, ao lado dos dois filhos e do marido, Roger.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Medições

Como a minha situação financeira não andava muito fácil, foi preciso que eu arrumasse um bico.

Por isso, agora, além de medir a luz, também ando fazendo outros tipos de medição.

Dá uma clicada AQUI.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carnaval 2010

No Carnaval do interior tem banda de marchinhas, bonecões, bateria de escola de samba e, claro, todas aquelas pessoas e situações que você encontra nos Carnavais por aí.

Sempre tem um amigo que não aguenta beber nada, mas, quer beber tudo. Ele é tão sensível aos efeitos da bebida que se comer uma salada temperada com vinagre de álcool ele fica bêbado.

Mas, não adianta querer convencê-lo. Ao som de “Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe que quero mamar...” ele vai mamando tudo que aparece: cerveja, caipirinha, pinga com coca, vodka, gasolina...

Depois de algumas horas, ele começa a ter alucinações como, por exemplo, ver a tia que é freira agarrada a um alemão fantasiado de He-Man. É o sinal de que o momento de parar de beber já passou faz tempo. Mas, aparece alguém com uma Bavaria quente e ele encara.

Quando a esposa tenta tirar o copo dele, ele sai correndo. Ela diz que vai embora e ele nem escuta. Aos poucos, todos começam a desaparecer, inclusive ele, e só sobra você pra procurá-lo.

Você o procura por mais de 1 hora. De repente, se lembra de tê-lo ouvido falar que estava com fome.

Você encontra o seu amigo sentado na escadaria próxima ao carrinho de cachorro quente. Ele dorme com um pão seco na mão. Seco porque um cachorro roubou a salsicha.

Quanto tenta levantá-lo, ele diz: “- Não vai dá, não vai dá não.”

E você responde: “- Vai ter que dá, vai ter que dá!”

Mas, o “bicho” desmaia e o jeito é chamar uma ambulância pra levá-lo pro Hospital.

Antes disso, porém, rola muita coisa...

Você compra cerveja boa, gelo e enche o isopor. Aí, aparece aquele parente com 4 latinhas de uma cerveja cuja marca você nunca viu e ele diz: “- Trouxe pra colaborar.”

E o palhaço toma toda a sua cerveja, enquanto a dele, nem o seu amigo bebum quer saber.

Ah, não podemos esquecer a bendita espuminha de Carnaval. A espuma lançada ao ar sempre cai dentro da lata de cerveja.

E não adianta tampar a lata com a mão porque na hora que você abrir a boca para cantar “... cachaça não é água não...” a molecada vai espirrar a espuma na sua goela.

E sabe aqueles caras briguentos que só vão pra arrumar confusão?

Na verdade eles são gays enrustidos. Acompanhe o meu raciocínio:

Há 800 mil mulheres solteiras dando sopa, beijo e o que vai um bom xaveco puder render. Mas, o imbecil vai olhar justamente praquela menina que tá acompanhada pelo cara que é irmão gêmeo do segurança.

Aí, é briga na certa.

Mas, esse negócio de mexer com mulher comprometida é truque.

O cara mexe com a mina, aí o namorado da mina, fortão, vai se atracar e rolar no chão com ele. Na sequência, vem a turma do deixa - disso, geralmente outros caras fortões.

Aí o folgado vai pra casa todo dolorido e diz pros colegas que está feliz porque “brigou”.

Feliz porque brigou uma ova! Ele está feliz porque foi agarrado por um sem número de homens musculosos e suados.

Depois disso, ele assiste o Big Brother e vai dormir, chupando dedo, sonhando que está “de conchinha” com o Cadu.

Mas, apesar do amigo bêbado, da cerveja quadrada, da espuminha e dos brigões, o Carnaval ainda é o Carnaval.

Ruim mesmo é a ressaca (física e emocional) da quarta-feira de cinzas.

Por isso, é que só postei hoje!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Frases


Sabe aquelas frases que você ouve todos os dias no seu trabalho, na escola, em casa... e não aguenta mais?









Relacionei abaixo algumas das frases mais ouvidas e detestadas por nós, os leituristas de luz. E, claro, fiz os devidos comentários.

FRASE 1:

“Pode entrar, meu cachorro não morde!”

Situação: Antes de morar em Atibaia, a mulher que vem me atender morou 2 anos em São Paulo e foi assaltada 17 vezes. Hoje, ela é obcecada por segurança: a casa tem muros de 5 metros de altura, cercas elétricas cortantes, câmeras, alarme, um pôster do Vampeta nu pendurado no portão da garagem e um Pit Bull tão bombado que eu tenho certeza que ele é colega dos caras da minha outra postagem, “Malhação”.

O pior é que tem leiturista que acredita que o bicho não vai morder e entra na casa. Aí, obviamente ele vai ouvir a FRASE 2:

“Ai, desculpa, moço! Foi a primeira vez que o meu cachorro atacou alguém!”

Tenho certeza que se um dia eu e meus colegas leituristas formos submetidos a uma regressão hipnótica, descobriremos que na vida passada fomos irmão chineses donos de um restaurante especialista em carne de cachorro.

Quer dizer, leiturista levar mordida de cão é uma questão de compensação da vida passada. Faz parte do nosso Carma.

Mas, nem todas as frases envolvem cães.

FRASE 3:



“A minha conta tá vindo muito alta, viu!?”

A pessoa fala como se fosse eu que usasse a energia elétrica da casa dela. Juro que dá vontade de responder:

- Por um acaso eu tomei banho na sua casa? Não! Então vai reclamar da conta pro Ricardão!

FRASE 4:



“Deu pra ver aí?”

Puta que o pariu! A gente pára na frente do relógio de luz, marca, vai embora e quando já tá lá onde Judas perdeu a virgindade, a pessoa chama pra perguntar se deu pra ver direito.

Aí, quando ela vê a cara de bosta que eu faço, quer disfarçar fazendo uma piadinha:

Deu pra ver aí? Ou, viu sem mesmo? Ha ha ha ha!

Dá vontade de na cara dele, isso sim!

Ou então:

“Deu pra ver aí?”

“Dei! Dei pra ver, sim! Dei até assar! Inclusive, o senhor não tem um Hipoglós aí pra me emprestar?”

FRASE 5:



“O leiturista não passou na minha casa. Deve ter marcado a luz ‘a olho’”.

Vai tomar no olho!

Primeiro: nossa empresa é terceirizada. Cada leitura que deixamos de fazer, a empresa deixa de receber, Portanto, há uma grande cobrança para que façamos a leitura. Acontece que tem gente que não atende a gente nem a pau e depois vem falar que não passamos na casa delas. Da próxima vez, vou arrombar a porta.

Segundo: trabalhamos com um método que não permite que façamos a leitura “a olho”, ou, por média, como as pessoas dizem. Quando não dá pra fazer a leitura, justificamos e voltamos no dia seguinte.

Às vezes, está um puta temporal, ou um sol do inferno, aí vem um lazarento e fala: “Tá marcando direito? Acho que vocês marcaram “a olho” na minha casa.”

Dá vontade responder:

- Eu poderia estar em casa, sentado no sofá, tomando uma cerveja gelada e “chutando” a leitura, mas, como sou masoquista, prefiro ficar andando embaixo desse sol de 40 graus até pegar uma ensolação, além de ficar ouvindo pessoas como o senhor falando merda na minha orelha. Adooooooooro!



Apesar de insuportáveis, muitas vezes, essas frases idiotas que ouvimos nos fazem refletir.

Esses dias, assistindo ao BBB 10, ouvi o Marcelo Dourado dizer uma frase que me fez pensar se aquele programa é pra valer mesmo ou combinado. A frase "genial" era mais ou menos assim:

“Se um homem saudável transar com uma mulher com AIDS e ele for heterossexual, ele NÃO pega AIDS.” (Marcelo Dourado).

-AAAAHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Depois disso, comecei a pensar no porque de assistir aquele programa. Sim, pois, se aquele cara é um imbecil por dizer uma frase absurda daquelas, eu que fico dando ibope pro programa sou o quê, então?

Por outro lado, se eu não ver nem ouvir essas coisas bizarras, de onde vou tirar material pra escrever minhas postagens?

Afinal, merda é adubo!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Curtas


Ontem à noite, vi na TV a propaganda do Ministério da Saúde contra o crack.




O Slogan da campanha é: “Nunca experimente o crack. Ele causa dependência e mata”.



Hoje, arrumando o armário, achei um jornal velho cuja matéria de capa dizia:



“Travesti que se envolveu com craque do futebol morre em São Paulo.”



O Ministério da Saúde sempre tem razão!



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Na casa da minha mãe há duas cadelas: Preta (a grande) e Pity (a pequena).



Sempre que chega alguém, Preta, a grande, dá uma cheiradinha básica e logo depois vai pegar algum brinquedo pra chamar a atenção.



Já a Pity, a pequena, fica latindo e ameaçando morder, mesmo quando a gente dá bronca nela.



Dias atrás, Pity escapou para rua e se atracou com um enorme Pit Bull, daqueles de briga.



Você pode até não acreditar, mas a pequena cadela quase matou o Pit Bull...



...engasgado!



É o que eu sempre digo: cachorro bravo tem que ficar preso!



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Certa vez, um amigo careca me chamou de Metrossexual só porque eu disse que raspava o meio das minhas sobrancelhas.



Na verdade, eu não tenho sobrancelhas, tenho sobrancelha, no singular. Porque ela começa em cima de um olho e vai direto, sem intervalo, até o outro olho.



Tipo uma taturana que ficou gigante após sofrer os efeitos da radioatividade.



Taturana de Hiroshima.



Então, sempre que vou fazer a barba, aproveito e dou uma raspadela de leve. Mas, nada que se compare a sobrancelha “bem feita” do Richarlyson.



Depois de explicar isso pro meu amigo careca ele disse:



- Olha, Paulo, se raspando o meio da sobrancelha ela já fica pau-a-pau com a da Malu Mader, imagina se você não raspar! Fica igual ao do Monteiro Lobato. Ha ha ha ha!












Aí eu respondi:




- Pelo menos, quando eu ficar careca, vou poder disfarçar.



- Como?



- Penteando a sobrancelha pra trás!


Depois disso, ele nunca mais tocou no assunto.