AS AVENTURAS DE UM LEITURISTA DE LUZ (E OUTRAS HISTÓRIAS) SOB UM PONTO DE VISTA BEM HUMORADO.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Como se dar bem na vida? (continuação)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O que ver na TV as quartas-feiras?
Outro dia, aproveitando a folga no trabalho assisti a esse programa. Passou umas 2 horas de futebol, depois uma entrevistinha mixuruca com a Sassá (que havia acabado de ser campeã do Grand Prix de vôlei) e pra fechar com chave de ouro (ou, com chave de bosta, como diria meu tio Ricardo): uma matéria sobre rodeio!
Rodeio é esporte??????????
Então, sado masoquismo também é!
Imagine-se no lugar do boi: vem um cara e coloca um negócio pra apertar o teu saco (ou peito, no casa das leitoras mulheres ou travestis). Quando você já não aguenta mais de dor, vem outro lazarento e monta nas tuas costas. Você esperneia de raiva. Aí, 8 segundos depois, quando você finalmente consegue derrubar aquele encosto e chifrar a bunda dele, o povão que tá assistindo ainda fica com pena... dele.

Mas, pior do que ser boi de rodeio é assistir futebol na Globo as quartas-feiras. Não pelo futebol em si, mas pelos comentários do narrador Cleber Machado. Acho que nem o Dalai Lama teria paciência pra ouvir as asneiras que ele fala.
Outro dia, ele falou que o Kaká é melhor que o Pelé de hoje. Puta que o pariu! É óbvio! O Pelé (de hoje) tá com quase 70 anos!
Se bem que se o Kaká entrasse numa disputa de 10 pênaltis com a minha avó, que tem 90 anos, ele perderia. É que ela tem a joanete muito acentuada, então, toda bola que ela chuta pega muito efeito, enganando o goleiro.
Conclusão: Cleber Machado comentando – pior pro futebol, melhor pro CQC que sempre vai ter o que colocar no Top Five.
Pra fugir do futebol das quartas, não restam muitas opções. Novela do SBT, ninguém merece! TV Cultura na minha casa pega muito mal. Então, o negócio é sintonizar na Record e assistir Ídolos (que, aliás, é o meu programa de humor favorito).

Quando o cantor Belchior sumiu, eu jurava que ele tinha sido influenciado pelo personagem do Alexandre Borges, o Raul, da novela Caminho das Índias. Eu pensei: agora, o Belchior vai arrancar o bigodão, passar máquina zero no cabelo, se inscrever no Ídolos e começar tudo de novo, com outra identidade.

Ou então, achei que ele pudesse estar lá nos Estados Unidos, no velório infinito do Michael Jackson.
Que nada! O cara apareceu no Fantástico domingo passado.
A lição que tirei da atitude dele é a seguinte: se você quer chamar a atenção, não faça nada, apenas suma! Porém, quando alguém começar a te procurar, demore o máximo de tempo possível pra aparecer (e não apenas 2 semanas como fez o Belchior).
Porque de uma coisa eu tenho certeza: agora que a graça de procurar por ele acabou, vai demorar bastante tempo pro cantor virar notícia outra vez.
A não ser que ele comece a jogar futebol. Mais precisamente no Corinthians, fazendo dupla com o Ronaldo.

Aí sim, vai ser notícia no Globo Esporte, todos os dias.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
SINESTESIA

Quem não viu, vai o link: http://www.youtube.com/watch?v=TtN4-GeDuCc
Link pra quem não viu: http://www.youtube.com/watch?v=4IqQ1HpF_kg
Nem 1 minuto depois, minha mãe começou a dizer que também estava sentindo um fedor terrível. “Nossa! Acho que esse negócio de Sinestesia é hereditário!”- pensei.
O mais estranho de tudo foi que, quando acabou a música, o cheiro de cocô continuou. Foi então que a gente descobriu a verdade: a Pity, a cadelinha da minha irmã, havia cagado embaixo da mesa da cozinha.
Quem ler isso há de concordar que se levarmos em conta o nível da música que a gente estava sendo obrigado a ouvir, não era muito difícil de começarmos a sentir cheiro de merda no ar, mesmo se a cadelinha não tivesse cagado.
Falando nisso...
No terceiro colegial estudei com um cara chamado Luisão, que tinha a incrível capacidade de ver cores brilhantes no ar. Sei que é difícil de acreditar, mas ele jurava que era verdade. E ele não era de mentir.
Pensando na possibilidade do Fantástico dar continuidade a essa matéria sobre Sinestesia no domingo que vem, pensei em falar com o Luisão pra ele entrar em contato com o programa e, quem sabe, até ficar famoso. Mas, onde encontrá-lo depois de tanto tempo?
Pra você ver como são as coisas. Hoje de manhã, encontrei o Nelsinho, outro colega daquela época e o melhor amigo do Luisão. Quando contei pra ele o meu plano de tornar o Luisão famoso, ele disse:
- Shiiiii! Acho que esse negócio de levar o Luisão no Fantástico não vai dar certo, não!
- Mas, por quê? Ele não vê mais as cores brilhantes no ar?
- Não! Ele parou de tomar ácido já faz 3 anos.
- Ah, tá, brigado!
Falando sério, pra terminar.
Minha mãe, toda vez que ouve uma música alta, seja ela qual for, sente dores de cabeça terríveis e vê imagens em espiral rodando rapidamente. Mas, antes que você, leitor, pense: “Ai, ele tá zoando de novo”, vou revelar a verdade.
De fato, isso não tem nada a ver com Sinestesia.
A dor de cabeça e as imagens girando em espiral nada mais são do que crise de labirintite!

