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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Pequeno Pônei - parte 5

Quando eu tinha 12 anos e o videocassete era o “último grito” em tecnologia, estava assistindo a um filme na casa do Pequeno Pônei quando, subitamente, ele se levantou e disse:

- Vou ao banheiro.

- Você não vai parar o filme? – perguntei.

- Não precisa. Depois eu volto ele.

Rebobinar fita de videocassete era algo bastante demorado, ainda mais se compararmos com o DVD de hoje. Era muito mais fácil parar o filme e esperar o Oscar voltar. Mas, quem é que convencia aquela mula teimosa?

Fiquei assistindo ao filme sozinho quando, de repente, a imagem congelou.

- Ué?!

Como eu não sabia mexer naquele aparelho, fiquei ali esperando o Oscar voltar pra ele ver o que havia acontecido. Mas, de repente, começou a passar o filminho da Sessão da Tarde na TV, em seguida, SBT, Band, Cultura... os canais mudavam sozinhos!

- O que tá acontecendo?

Um minuto depois, o Oscar voltou pra sala.

- Pô, Paulo, porque você tirou o filme?

- Cara, eu nem sei mexer no videocassete.

- Cacete, Paulôôô! Então por que você mexeu?

- Não, mexi, caramba! Tô falando!

- Puta merda! Agora meu pai vai me matar porque você estragou o vídeo.

- Ah, Oscar, vai tomá no...

- Olha o quadro!

- Ai, desculpa, Deus!

Explicação: Na sala da casa do pai do Oscar havia um quadro com a imagem de Jesus Cristo. E nós dois, todas as vezes que falávamos palavrão (e falávamos muito) na frente do quadro, pedíamos desculpa pra Deus.

Ficamos ali discutindo quase meia hora por causa do bendito videocassete. O Oscar apertava tudo quando é botão e o negócio não funcionava. Aí ele me acusava e eu ficava super nervoso porque não tinha feito nada e porque não podia falar palavrão na frente do quadro.

Quando estava prestes a matar aquele equino do Oscar com minhas próprias mãos, ele começou a gargalhar mais alto do que o Bira do Programa do Jô.

- O que foi? – perguntei puto.

Atrás do sofá que eu estava sentado assistindo ao filme, havia uma pequena janela de onde o Oscar ficou apontando o controle remoto e mudando de canal.

Isso lembra algo?

Não!

Então, vejam ou revejam este vídeo que vocês vão entender o que eu tô falando...

Clique  AQUI !

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pequeno Pônei - parte 4

(sugestão do Ciborgue: Pequeno Pônei)





Como o Oscar comentou no blog dele, na postagem "Premonição", a nossa turma de adolescência era a mais careta de Atibaia.

Éramos todos praticantes de esportes, não fumávamos, não bebíamos, não usávamos drogas, nem transávamos.

Esta última, não por opção, é claro!

Mas, algumas coisas mudaram. Quando fiz 19 anos, comecei a beber cerveja. Moderadamente.

Já o Oscar se mantém abstêmio até hoje.

Como sempre falamos muita besteira, algumas pessoas costumavam nos dizer:

 - Um dia, queria ver vocês dois bêbados. Deve ser muito engraçado.

Engraçado, é?

Resolvemos fazer um pacto: um dia iríamos tomar um porre juntos.

E isso aconteceu quando fui passar uns dias na casa dele em São Paulo.

Cheguei na sexta-feira. No sábado, fomos assistir a uma peça. Na saída do teatro, encontramos a amiga Fernanda que nos acompanhou a nossa aventura etílica.

Sentamos num lugar meio isolado, no segundo andar de um bar.

Começamos a conversar e tomar cerveja. Certa hora, fui ao banheiro e quando voltei o Oscar estava com uma caipirinha na mão.

“Vai dar merda!” – pensei.

Imagina uma pessoa que não estava acostumada a beber nem cerveja e resolveu misturar com outra bebida ainda mais forte. Não passou muito tempo e o Oscar começou a “filosofar”.

Por que será que bêbado é assim? O cara não tá aguentando nem ficar de olhos abertos e quer discutir os grandes problemas da humanidade.

Quando a ponta do meu nariz amorteceu e eu já não conseguia ouvir o que eles diziam, era o sinal de que já estava na hora de parar de beber e descansar antes de irmos embora.

O problema é que eu precisava muito ir ao banheiro de novo.

Enquanto o Oscar e a Fernanda conversavam, silenciosamente eu tentava traçar uma estratégia que me levasse direto ao meu objetivo sem desequilibrar.

Mirei bem a porta do banheiro. Imaginei que lá tivesse um alvo e me lancei feito um dardo.

Certeiro!

Ainda bem que o corredor estava vazio e nenhum garçom apareceu na minha frente.

Quando voltei, o Oscar estava de cabeça baixa e a Fernanda parecia estar consolando ele.

“Pronto! Aposto que já bateu a depressão pós porre. Bêbado é uma merda mesmo e...

De repente eu percebi uma gosma (que me lembrou muito o Geléia dos Caça-Fantasmas) bem embaixo do Oscar. Ele havia vomitado!

O pior é que surgiu um garçom do nada, com um rodo e um paninho na mão, querendo limpar logo o chão. Só que o Oscar ainda estava vomitando. No intervalo entre um “jato” e outro, ele disse pro garçom:

- Será que dá pro senhor limpar daqui a pouco? Eu ainda não terminei!

O garçom foi embora. Provavelmente ficou com medo do Oscar vomitar na cara dele. Eu então sugeri que o Oscar vomitasse na janela. Pra ficar menos chato.

Lembrando que estávamos no segundo andar, foi uma sorte não ter passado ninguém lá embaixo.

Nós três bebemos muito naquela noite. Mas, a Fernanda parecia que não tinha bebido nada! Era como se ela tivesse nascido com 3 fígados.

Quando saímos cambaleantes do bar, tive a sutil impressão de que estávamos sendo observados. E observados por pessoas bastante alegres, pois riam um bocado.

Fomos embora a pé e vejam vocês como os valores estão mudados hoje em dia: a Fernanda nos acompanhou até a portaria do prédio e depois foi embora, sozinha!

- Fernanda, você tem certeza de que não quer ficar? – o Oscar perguntou.

- Não, não. Tá tudo bem! Eu ainda vou para uma festa.

Aí eu tive certeza de que ela tem 3 fígados.

No dia seguinte, acordei muito cedo com um barulho vindo do banheiro. Levantei e tive a sensação de que alguém tinha jogado uma bigorna na minha cabeça, como acontece nos desenhos. Que ressaca!








Entrei no banheiro e vi o Oscar ajoelhado na privada vomitando. Ele virou pra mim e disse:

- O Cazuza tinha razão naquela última parte da música “Down em mim”.



TRECHO DA MÚSICA "DOWN EM MIM" (CAZUZA):

“E me lembrar, sorrindo, que o banheiro
É a igreja de todos os bêbados...”



Ele estava bêbado, vomitando, de ressaca, ajoelhado e jurando nunca mais beber.

Sacaram?

Quando ele finalmente parou de vomitar, eu descobri que estava com diarréia.

Começamos a fazer um revezamento naquele banheiro. A descarga foi acionada tantas vezes que deve ter faltado água no prédio por um mês.

Como o Oscar não parava de passar mal ele pediu pra mim:

- Paulo, pelo amor de Deus, cara, vai na farmácia comprar alguma coisa pra eu tomar.

Juro que fiquei com vontade de chorar. Imagina, eu em São Paulo, sem conhecer lugar nenhum, a pé e com piriri, tendo que procurar uma farmácia.

Mas, como eu estava menos ruim do que ele, eu fui. A farmacêutica disse:

- Olha, se ele tá do jeito que você me contou, é melhor você levá-lo ao médico.

“Só se eu vestir uma fralda geriátrica e levá-lo de cavalinho” – pensei.

Comprei o velho e bom Engov e o indispensável Epocler.

Nesse dia, o Oscar nem almoçou. E eu encarei um macarrão com molho meio frio.

E passamos o resto da tarde dentro do apartamento, quietinhos e assistindo ao filme “Moulin Rouge”.

Depois disso, o Oscar nunca mais vomitou, pois, nunca mais bebeu.

E eu, nunca mais tive diarréia, pois, nunca mais comi o lanche daquele bar.

Vocês não estavam achando que a culpa da minha diarréia foi da bebida, né? Foi do lanche, claro que foi!

Ou como diria o meu pai:

- A culpa é da azeitona!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Amigos



Na minha primeira postagem falando sobre o Oscar Filho chamada O Amigo Secreto, comentei sobre a vontade que sentia em dizer pra todo mundo que ele é meu amigo e o receio de me passar por mentiroso ou convencido por fazer isso.

Imagina a situação: você passa a infância e a adolescência ao lado de um cara que é o seu melhor amigo, aí, um dia, esse cara começa a fazer sucesso na TV. Você fica tão feliz que começa a contar pras pessoas a sua volta. Mas, como essas pessoas não conviveram com você e muito menos com o seu amigo, elas não acreditam.

Alguns acreditam. Mas, entre esses, tem sempre um ou outro que comenta: "- Hum, Fulando tá se achando só porque o amigo dele tá na TV!"

Sabe de uma coisa? Quero que esses críticos se danem!

Tenho motivo de sobra pra ter orgulho do Oscar e de tantos outros grandes amigos anônimos e maravilhosos!

Aliás, de tão maravilhos eles estão deixando de serem anônimos...

Na minha postagem intitulada Pequeno Pônei, citei o nome de Alex Moreno.

Pois bem!

Alex Moreno também é ator e também é um dos meus grandes amigos de infância, adolescência e eternidade.

E ele está na novela Cama de Gato fazendo o papel de Luck. Hoje, até rolou uma entrevista com ele no Vídeo Show. Pra quem não viu, clica AQUI !

É, gente, se já era difícil convencer alguém que eu tinha 1 amigo famoso, imagina 2!

E 2 por enquanto, né!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

SIMPATIAS DE ANO NOVO





Existem milhares de simpatias que as pessoas fazem na virada do ano. Vou comentar 5 delas.

1 – Coma lentilha

Perguntei pra uma tia mais supersticiosa por que comer lentilha traz sorte. Ela respondeu: “Como a lentilha é um alimento que cresce, faz a pessoa crescer também”.

Pensei seriamente em indicar a lentilha pro Pequeno Pônei, mas, depois de profunda reflexão, cheguei à conclusão de que existem outros alimentos que podem nos fazer crescer mais do que a lentilha. Por exemplo:

Cerveja = cresce a barriga;

Doces e frituras = também;

Camisinha furada = também (só não vá comer a camisinha!);

Remédios para ereção = cresce o... a... a auto-estima.


2 – Para atrair coisas boas, pule num pé só (pé direito) à meia-noite

Fico pensando no saci-pererê. Se ele for canhoto tá ferrado!

E outra, dependendo do tamanho de quem for pular num pé só, o máximo que vai atrair é uma luxação no joelho direito.

Se a pessoa estiver bêbada, piorou. Porque antes de começar a pular, alguém vai pedir pra ela fazer o “quatro” com as pernas. E pra fazer o “quatro” é preciso ficar com o pé esquerdo no chão. E se bem nessa hora der meia-noite, o bêbado se danou: vai ter azar o ano todo.


3 – Não coma aves ou caranguejo

Como esses animais ciscam ou andam para trás, acredita-se que quem comê-los regredirá na vida.

O mesmo vale pra quem tem uma namorada(o) dançarina(o) que sabe fazer o Moonwalker (aquele famoso passinho do Michael Jackson).


4 – Pule 7 ondas para ter sorte

Olha, se você conseguir chegar à praia antes do ano novo, com esse trânsito, esqueça as ondas porque você já tem sorte demais!


5 – Guarde uma folha de louro na carteira pelo ano todo

Dizem que atrai sorte.

Mas, não seria melhor usar a folha de louro pra temperar a lentilha que vamos comer?

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A vontade de fazer um blog já existia há muito tempo dentro de mim.

E o receio, também.

Eu pensava: “Como convencer as pessoas a lerem o blog de um cara totalmente desconhecido como eu?”

Numa tarde de sexta-feira, 8 de maio de 2009, resolvi que arriscaria criar o meu blog. E criei!

Espalhei pros amigos mais próximos. Juliana (2 e meio) foi a primeira a deixar um comentário. Isso me deu alegria e ânimo para continuar.

Depois, contei pra um amigo que há muito tempo me incentivava a escrever: Oscar. Ele deu a ideia de escrevermos sobre um mesmo assunto e, no final, colocarmos o link do blog do outro. Depois desse dia, meu blog bombou de visitantes.

E o Oscar continuou a me ajudar, falando do meu blog em suas postagens, no twitter e, mais recentemente, colocando um link do meu blog no blog dele.

E o mais bacana é que vi outras pessoas indicando meu blog no twitter e em seus próprios blogs.

Por isso eu não poderia me despedir de 2009 sem fazer 2 coisas:

Primeiro: agradecer

Muito obrigado a todos você que acompanham, seguem e indicam o meu blog. Ter 90 seguidores e mais de 26 mil visitas em menos de 1 ano de blog é motivo de muito orgulho pra mim. E eu devo isso a todos vocês!

Segundo: pedir

Se você acredita que pode conseguir algo, se você acredita no seu talento, peço que busque! Por mais medo que eu sentisse, no fundo, eu acreditava que se uma pessoa lê-se o meu blog pela primeira vez, haveria chance de ela ler novamente.

Muitas vezes, o mais importante é dar o primeiro passo.

Não sou guru, nem melhor do que ninguém em nada. Apenas escrevo isso baseado na minha experiência.



QUE TODOS TENHAM UM 2010 DE CONQUISTAS EXTRAORDINÁRIAS!


QUE A ENERGIA DA VIRADA SE MANTENHA DURANTE TODO O ANO NOVO!

SAÚDE, PAZ, AMOR, ALEGRIA, DINHEIRO, SORTE E SUCESSO SEMPRE!


ATÉ BREVE!


Paulo Sergio (P S: O Leiturista)

sábado, 21 de novembro de 2009

Aniversário de Criança - 2


Horácio e Wilma, um casal de amigos da minha esposa, poderiam perfeitamente alugar um salão para fazer o aniversário de 9 anos da filha caçula Angélica.



Mas, como enriqueceram a pouco tempo, sentem uma enorme necessidade de exibir a casa nova que compraram. E é por isso que a festa ocorre lá.



Na entrada, há um segurança pegando os convites. Minha esposa, depois de procurar um pouco, diz:



- Caramba! Acho que deixei na outra bolsa.



- Ai, que pena! - respondo fingindo decepção. - Então, o jeito é ir embora, né?



Mas, não dá tempo. Lá de dentro, Wilma avista minha esposa e grita:



- Daaaaaaaaaaani, queriiiiiiiida!



- Oi, Wilma!



Trocam beijinhos. Wilma pergunta:



- Tá tudo bem aí?



- Ai, Wilma, esqueci o convite.



- Imagina! - e virando-se pro segurança, diz:
- Essa daqui é VIP, meu filho, não precisa de convite.



Elas entram abraçadas. Sigo atrás, mas, sou barrado pelo porteiro troglodita.



- Seu convite, senhor.



- Mas, eu estou com ela!



- Sem convite não entra, senhor.



- Então, que se dane!



- O que disse, senhor?



- Eu disse: Dani! Oh, Daaaaaaaaaaaaaani! - gritando.



Elas olham pra trás, Wilma pergunta:



- Quem é ele?



- Meu marido.



- Nossa! Ô segurança, pode deixar ele entrar!



Ajeito minha roupa e entro puto! Mas, como desgraça pouca é bobagem, uns garotos que jogam futebol na sala, acertam uma bolada bem no meio do meu nariz!



Wilma grita:



- Vinícius, bola aqui dentro, não! Vai quebrar meus vasos chineses!



Vinícius é um filho que Wilma teve antes de se casar com Horácio. Dizem as más línguas, que Wilma engravidou após um tremendo porre num suspeitíssimo baile de carnaval e que, por isso, nem ela sabe quem é o pai do garoto.



Meu nariz arde tanto que sai até lágrimas dos meus olhos. Minha esposa pergunta:



- Você tá bem? Quer molhar rosto?



- Quero molhar a garganta! Garçom!!!



O garçom vem e pego uma Long Neck geladassa! Parece que a festa finalmente vai começar.



Tomo um gole. Gosto estranho. Tomo mais um gole. Resolvo ler o rótulo da garrafa que diz: "Zero por cento de álcool".



"Ir para uma festa e tomar cerveja sem álcool é como ir à pizzaria e comer pizza vegetariana;

É como ir numa churrascaria rodízio e só comer salada;

É como pegar a suíte master do motel e comer uma boneca inflável..."



- Paulo! Vamos!



Minha mulher me desperta do devaneio.



A casa é enorme: tem 3 andares e tantas escadarias que é possível pagar uma promessa por dia.



Segundo Wilma, o melhor da festa "está" nos fundos.



Nos fundos há uma churrasqueira apagada, uma piscina enorme enfeitada com flores e um bando de gente conversando assuntos interessantíssimos!



Um grupo de mulheres debate temas como: o salão que faz a melhor escova, o modelo do vestido que a Taís Araújo usou no último capítulo da novela, a cor do sapato que vão usar no próximo Reveillon...



Já um grupo de homens, grandes empresários, travam uma discussão ferrenha para ver quem tem o carro com a maior potência e desempenho nas pistas.



O mais estranho é a ausência das crianças numa festa de criança.



Ouço Wilma comentar:



- Contratei uma moça que se veste de palhaço para entreter as crianças. Estão lá na quadra de esportes.



Resolvo ir dar uma olhada na palhaça. Ela tenta de todas as formas chamar a atenção da criançada.



Primeiro, distribui folhas, lápis e giz de cera para elas desenharem. Mas, as crianças, lideradas por Vinícius, resolvem amassar as folhas pra brincar de guerra de bolinhas.



Em seguida, ela começa a encher aquelas bexigas em forma de salsicha e a modelá-las fazendo diversos objetos e animais. Mas, o Vinícius acha mais legal estourar as bexigas.



Depois disso, ela tenta fazer um teatrinho de fantoches. No começo, as crianças até que prestam atenção. Só que o Vinícius vai lá, arranca o boneco da mão da palhaça e estraga tudo!



Começo a desconfiar que sei de quem Vinícius é filho: filho do capeta!



De repente, a palhaça se levanta com uma cara de poucos amigos, pega a sua bolsa e retira de dentro uma corda!



"Meu Deus! Ela vai amordaçar o Vinícius!"



Mas, a palhaça diz:



- Quem quer pular corda?



"Que pena!"



Wilma aparece e chama todo mundo pra dançar. Eu, que adoro dançar, sou o primeiro a chegar onde está o som. Mas, a música que toca é da Xuxa. Mais precisamente, aquela que diz: "Cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé..." E cuja coreografia consiste em colocar as nossas mãos na parte do corpo cantada na música.



O foda é que sempre tem aquelas tias cinquentonas, recém separadas, que não fazem exercícios físicos há anos, mas que querem mostar que continuam arrebentando nas pistas. Aí, resolvem fazer a coreografia da música, só que na hora do "...joelho e pé, joelho e pé..." suas mão não chegam nem na canela. Aí, elas forçam e dão um mau jeito na coluna.



Começo a pensar que se o mundo realmente for acabar em 2012, a tal festa já é o começo do fim!



Alguém grita:



- Uma menina caiu na piscina!



Todo mundo corre, mas, ninguém faz nada. Arranco os sapatos e pulo na água. Pego a menina e ela reclama:



- Me larga!



- Mas, eu tô te salvando!



- Me larga, eu sei nadar!



A menina é a aniversariante, Angélica, que de angelical não tem nada! Pois, além de me xingar, ainda me acerta um chute nos "países baixos".



Saio da piscina encharcado, com o saco cheio e, agora, dolorido. Wilma me oferece roupas de Horácio, mas, como ele é ainda menor que o Pequeno Pônei, elas não servem em mim.



O jeito é pegar um uniforme de garçom.



Já com o uniforme de garçom, passo próximo ao grupo de empresários e um deles pede:



- Ô Campeão, pega um uisquezinho pra mim!



A festa está "tão boa" que sinto vontade de chorar! Resolvo ir pra cozinha e me esconder lá. Como estou de uniforme não sou barrado na entrada.



Um dos garçons olha pra mim e diz:



- Ei, folgado, vai ficar parado aí?



- Mas, eu não sou garçom. Eu sou o cara que entrou na piscina e pegou o uniforme emprestado.


- Ah, é mesmo!



- Escuta, você não tem nada de salgado pra comer aí? Não aguento mais comer docinho, já tô até com azia!



- Só um instante!



O garçom vai e volta com uma bandeja repleta de escargot!



- Credo, cara! Eu não vou comer lesma! Me arranja qualquer coisa "normal" aí, uma bolacha Cream Cracker que seja!



- Olha, eu também não gosto de comida chique, por isso, trouxe um lanchinho de casa!



- Ah é? E o que é?



- Pão com mortadela!



- Hummmmmmmmmmmmm! Eu topo!



- Eu vendo!



- Dou 10!



- 20!



- 15!



- Fechado!



O garçom vai buscar o lanche. Quando vou pegar minha carteira no bolso, descubro que ela ficou na calça molhada.



Saio dali o mais rápido que posso. Volto pra festa e já estão servindo o bolo. "Graças a Deus!"

Mais um pouco e já poderia ir embora.



Vinícius e outros garotos da idade dele (12, 13 anos) passam correndo. Entram na casa e sobem as escadas. Minha intuição diz que devo segui-los.



Ouço atrás da porta do quarto de Vinícius, os garotos cochichando e rindo muito. Depois de um tempo, Vinícius diz:



- Vamos descer!



Eu me escondo num banheiro ao lado. Depois que eles descem, entro no quarto e me deparo com uma verdadeira relíquia: a Playboy da Xuxa!



Começo a vislumbrar quanto dinheiro poderia ganhar leiloando aquela raridade na Internet.



Mas, logo em seguida, desanimo. Imaginando quanto poderia perder caso a Xuxa me processasse.



Pelo menos eu mataria a minha curiosidade. Quando vou abrir a revista, minha esposa aparece:



- Vamos embora!



-Ai, que susto! Por quê?



- Quebrou o salto do meu sapato. Vamos sair antes que alguém perceba!



- Justo agora!



Pego minhas roupas e saímos "à francesa". Já na rua, estendo o braço, grito "Táxi!" e imediatamente um táxi amarelo aparece. (Como nos filmes americanos).



Dentro do táxi, me sinto finalmente salvo! Mas, o motorista muda o trajeto e começa a seguir por um caminho escuro, vazio e sinistro.

- Ei, o senhor está indo pra direção errada!



Ele não diz nada. Pára o táxi e desliga os faróis.



Meu coração bate mais alto que a bateria da Beija-Flor!



O taxista desce do carro e desaparece. Resolvo descer também enquanto Dani fica no carro.



Não se vê muita coisa. De repente, surge uma luz no céu. Um disco redondo e enorme se aproxima e para sobre o táxi.



O óvni projeta uma luz azul e o carro, juntamente com a minha esposa são abduzidos!



- Nãããããããããoooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



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- Paulo, o que foi? Acorda!



- Hã?!



- Você teve um pesadelo?



- Hã?! Você não vai acreditar!



- Depois você conta. Agora, levanta e vai trocar de roupa pra gente ir logo?



- Ir aonde?



- Almoçar na casa do meu cunhado.



- Nããããããããããããoooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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Essa é uma histórica fictícia, qualquer semelhança com pessoas e situações reais é mera coincidência.
Ou não!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Pequeno Pônei - parte 3


Quando o Pequeno e eu estávamos na 6ª série, éramos extremamente criativos.

Pena que as professoras não entendessem isso.

Certa vez, estávamos trocando bilhetinhos durante a aula quando a professora, que era uma fera, percebeu e disse:

- O que é que tem nesse bilhete aí?

- Nada, não, professora. - respondi tremendo.

Sempre que alguém trocava recadinhos na aula dela, ela pegava o bilhete, lia e dizia que mais tarde iria mostrá-lo ao diretor, que era um verdadeiro ditador.

Claro que isso era apenas uma ameaça, mas, no caso do bilhete que entreguei ao Oscar, era bem provável que ela mostrasse mesmo ao diretor: ele continha poesias feitas com palavrões!

Naquele dia, por muita sorte, a professora estava de bom humor. Depois da minha resposta, ela continuou escrevendo na lousa e não tocou mais no assunto, para o meu alívio.

Mas, aí, o Oscar com a sua mania de ser "explicadinho", quis dar uma justificativa melhor pra professora e estragou tudo:

- Professora, sabe por que a gente tava trocando bilhetes?

- Por quê?

- É que o Paulo vai precisar dormir lá em casa e...

Nesse momento, a turma toda gritou em coro:

- Êeeeeeeeeeeeeeeeeeeeerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!

Aqueles maliciosos levaram a coisa por trás!

Até a professora riu!

Sinceramente, eu preferia que ela tivesse pegado o bilhete.

Continuando no assunto escola...

No colegial, certa vez, após ter terminado o exercício proposto pela professora de Português, Oscar ficou fazendo suas palhaçadas até a hora do intervalo.

A professora, que sentia prazer em ser chata, com inveja da sala toda estar prestando atenção no Pequeno e não dar a mínima pra ela, chegou pro Oscar e disse:

- Sabe, Oscar, você pensa que é humorista, mas, precisa aprender muito ainda pra isso.

E o Oscar, categoricamente, respondeu:

- Eu sei que não sou humorista, professora. Sou apenas um "comicuzinho"!

O Flávio, um amigo nosso que "quase não era empolgado", levantou-se e começou a aplaudir o Oscar de pé!

Na sequência, a turma toda fez o mesmo.

Será que hoje, essa professora mudou de opinião?

Mudando de assunto...

Sempre gostei de animais de estimação. Mas, daqueles que interagem comigo, como os cães e os gatos.

Houve uma época em que o Haroldo, um amigão nosso, montou um aquário. O Oscar, que sempre foi chegado à novidades, quando viu o aquário do Haroldo ficou encantado. E no mesmo dia começou a infernizar o seu pai para comprar um aquário também.


Havia aqui em Atibaia um lugar especializado em tudo para aquários chamado Aquariomania.

Naquela época, o Haroldo e o Oscar iam ao Aquariomania praticamente todos os dias. E ficavam lá de 1 a 2 horas, olhando peixes, vendo equipamentos, pegando informações...

O foda é que eles ficavam insistindo muito pra que eu fosse junto.

Como eu não curtia peixes, achava um saco ficar naquele lugar olhando aqueles peixes, ouvindo-os falar sobre o Peixe-Espada, o Lebiste, o Caralho a quatro...

Dizem que observar um aquário acalma a gente. No meu caso, o efeito era contrário!

Sinceramente, eu ODIAVA com todas as minhas forças estar naquele lugar!

Mas, como eu odiava ainda mais a insistência daqueles dois para ir lá com eles, o jeito era ir, sentar na porta e esperar.

A gota d'água aconteceu no dia em que o Oscar resolveu insistir para o pai dele comprar o aquário antes do prazo combinado.

Depois do expediente, o pai do Oscar estava tomando um choppinho pra relaxar, quando o Pequeno entrou no barzinho pra falar com ele.

Eu fiquei lá fora, num ponto onde o pai dele não conseguia me ver.

O Oscar começou:

- Pai, preciso comprar o aquário hoje!

- Pô! Junior! (o pai dele o chamava de Junior) Nós não combinamos de comprar sábado que vem?

- Eu sei pai, mas é que eles tão fazendo uma promoção. E vai acabar hoje! E...

Ele ficou muito tempo lá dentro enchendo o saco. Eu que tava ouvindo de fora já tava ficando "nos nervos". Até que no ápice da irritação, o pai dele disse:

- Pô! Junior! Por que tanta pressa pra comprar esse aquário? Quem é que tá botando essa ideia na sua cabeça? O Paulo?



Juro que quando ouvi isso, não sabia se chorava, ou se entrava no bar e pedia uma dose tripla de Absinto com veneno!

Puta que o pariu! Além de passar pela tortura de aguentar o Haroldo e o Oscar falando o dia todo daquele maldito aquário, ainda fui acusado injustamente de ser o incentivador maior de um dos meus torturadores!

Rezo a Deus que o pai do Oscar leia essa postagem pra saber que eu também fui uma vítima da "Maldição do Aquário"!

Pra fechar...

Há muito tempo atrás, uma amiga minha que também é prima do Oscar, ficou com um carinha.

Ele ficou apaixonado, mas, como ela não quis saber de mais nada além de amizade, o rapaz sumiu por um bom tempo.

Um ano depois, o reencontramos numa balada. Estava com um visual totalmente mudado, meio punk, meio metaleiro e acompanhado de 2 amigos no mesmo estilo.



Os 3 ficaram o tempo todo tentando impressionar a mulherada, contando histórias de como eles eram loucos, de como zuavam, de como eram "foras da lei", além de ficarem soltando uns gritos e grunhidos estranhos quase toda hora.

Depois da balada, ela e suas amigas ficaram conversando com os malucos-beleza em frente a casa dela.

O Oscar e eu, enquanto esperávamos as meninas para ir embora, resolvemos praticar um passatempo meio imbecil: sair correndo em direção a um poste de sinalização, pular e tentar rodopiar ao redor dele.

Depois que aqueles que se intitulavam "loucos" foram embora, minha amiga virou pra gente e disse rindo:

- Sabe o que eles falaram sobre vocês dois? "Nossa! Gostei dos seus amigos! Os caras são muito loucos!"

E a gente que pensava que os loucos eram eles!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pequeno Pônei – parte 2




Mais uma historinha sobre o Pequeno...

Durante toda a infância e adolescência, Oscar, eu e mais uma galera frequentamos um clube chamado Grêmio Esportivo Atibaiense.

Nas férias de verão, passávamos o dia todo lá, jogando basquete (sim, o Oscar jogou basquete!), pingue-pongue e nadando.

Numa certa tarde de muita chuva, o clube estava vazio. Mas, Oscar e eu resolvemos nadar assim mesmo. Lá pelas 5 horas, começamos a ficar com frio e resolvemos sair da piscina.

Subi pro vestiário, tomei um banho rápido e desci. Queria chegar logo em casa, pois estava com muita fome.

Já o Oscar ficou “anos” cantando embaixo do chuveiro.

Por várias vezes, gritei da porta do vestiário coisas como:

- Vamos, Oscar! Morreu aí? Cacete!

Mas, ao invés de responder, ele cantava ainda mais alto.

Comecei a pensar em maneiras de tirá-lo dali rápido:

-Desligar a chave de energia;
-Fechar o registro de água;
-Jogar uma bomba de gás lacrimogêneo...

De repente, surgiu alguém que poderia ser a solução: Tatiane.

Tatiane era uma garota de quem o Oscar era a fim na época. Junto com ela, estava uma amiga.

Subi as escadas do vestiário e disse:

- Oscar, sabe quem tá aí? A Tatiane!

- Ah, Paulo! Vai se fuder!

- Então, beleza!

Desci e fui conversar com as meninas. Oscar, que não havia acreditado em mim, começou a ouvir vozes femininas e ficou na dúvida. Aí, pra sanar essa dúvida, o louco desceu aquelas escadas PELADO!

Quando percebeu que eu tinha falado a verdade, subiu correndo, mas não a tempo de escapar do “olhar de esgueio” da amiga da Tatiane. O melhor de tudo, era que a menina era “meio” lerda e fez o seguinte comentário:

- Nossa! Parece que eu vi uma bunda branca!

Existem coisas nessa vida que não deixam dúvidas. Por exemplo: uma bunda só pode ter três tonalidades:

1 – Branca;
2 – Morena à negra;
3 – Vermelha (no caso das atrizes pornôs ou de uma espinha inflamada)

O fato é que tive que inventar uma história absurda pra disfarçar aquela situação.

E, como nunca mais falamos com a amiga lerda da Tatiane, uma dúvida paira no ar até hoje:

Ela sabia que aquela bunda branca era do Oscar e disfarçou ou...

...teria acreditado mesmo na versão de que a bunda branca era da “Loira do banheiro"?











quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Pequeno Pônei


Por sugestão do próprio Oscar Filho, resolvi contar algumas das nossas aventuras da infância e adolescência.

Certa vez, Oscar, Vivian (sua irmã) e eu fomos até o supermercado Barateiro pra comprar leite porque estava na promoção.

Quando vi Oscar pegando o maior carrinho de supermercado que havia, logo deduzi: “do jeito que é exagerado, vai lotar esse carrinho até a boca!”Ao invés disso, ele colocou apenas 1 caixinha de leite dentro.

Pegamos uma fila enorme no caixa. Aí, pra passar o tempo, Oscar resolveu aprontar uma das “suas”: começou a empurrar o carrinho de supermercado pra frente e pra trás, pra frente e pra trás... Como se embalasse um carrinho de bebê!

Não satisfeito, pegou a caixinha de leite “no colo” e disse carinhosamente:

- Não chora, filho! Não chora!

Todas as pessoas de todas as filas olharam em nossa direção. Duas garotas atrás da gente riram muito.

Nesse momento, roxo de vergonha fui até o carro, onde a Vivian estava esperando.

Muito, mas, muito tempo depois, o Oscar apareceu.

Vivian: - Pô! Você demorou!

Oscar: - Paulo, sabe aquelas meninas que estavam rindo atrás da gente?

Eu: - Sei.

Oscar: - Marquei um encontro com elas amanhã, as 3 (da tarde), aqui na frente do supermercado.


Quer dizer, as palhaçadas do Oscar, funcionaram como “isca” pras garotas.

No dia seguinte, chegamos de fusca azul as 14:45h.

3 horas... 3 e meia... 3:45h...

Nessa época, não tínhamos celular. Oscar passou o número do seu telefone fixo pras garotas, mas, esqueceu de pegar o número delas.

Quando o relógio apontou 4 horas, nossa esperança bateu as botas.

Isso aconteceu em MARÇO de 1999 (se não me engano).

Numa tarde de MAIO do mesmo ano, estávamos nós 3 novamente reunidos. Começamos a comentar sobre o dia em que tomamos “um bolo das minas do Barateiro” Daí, Vivian virou pra gente e disse:

- Puta que o pariu! Lembrei de uma coisa! Nesse dia do encontro, vocês acabaram de sair e umas meninas ligaram. Disseram que não poderiam estar lá as 3 e se não dava pra marcar pra mais tarde, tipo 4 horas.

Ou seja, nós não levamos bolo, nós demos o bolo nas minas.

Bem que naquele dia, eu tive a impressão de ouvir uns gritos de meninas, na hora que o Oscar acelerou o fusca azul pra gente ir embora.


Falando no fusca azul...

Oscar contou no seu blog que certa vez colocou 13 pessoas dentro desse fusca. E, graças a essa sua mania de querer bater recordes, quase que eu me ferro!

Há mais ou menos 10 anos, fiz dança de salão. Lá conheci uma garota, digamos assim... “oficialmente comprometida”. Certa vez, marcamos um encontro pra depois da aula de dança. Como a nossa turminha sempre saía depois da aula, ela e eu saímos de lá escondidos da galera.

Quando estávamos subindo uma rua rumo ao local do encontro, já bem longe do salão de aula, ouvimos uma buzina inconfundível. Era o Oscar passando de fusca, com pelo menos mais uns 7 dentro do carro!

Ainda nem era repórter, mas já era inconveniente!

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Aqui em Atibaia, havia uma danceteria chamada Atlanta. Numa certa noite, um amigo chamado Alex Moreno foi fazer uma apresentação de dança lá.

Oscar, Vivian, Ana Paula, eu e vários outros amigos estávamos na fila esperando para entrar.

Oscar virou pra mim e disse:

- Paulo, você conhece a Teoria da Invisibilidade?

“Lá vem merda!”

- Não.

- Você se concentra, acredita verdadeiramente que está invisível e ninguém te vê.


- Ah, Oscar, vai tomá no c...


- É sério. Quer ver?


O lazarento do Oscar fez uma cara séria e simplesmente entrou no Atlanta, sem ser notado pelos gigantescos seguranças.

Virei pra Ana Paula e disse:

- Dá certo porque ele é louco! Vai a gente tentar isso pra ver!

Pouco depois ele saiu, entrou novamente e ficou lá dentro. Livrando-se de pagar o ingresso, é claro!

Demorei muitos anos pra entender como ele fez esse truque.

Sabe por quê?

Porque muitas vezes, as coisas estão bem diante do nosso nariz e a gente não vê.

Principalmente se essa “coisa” tiver uma baixíssima estatura.

Tivesse um dos seguranças do Atlanta olhado pra baixo, pra apagar um cigarro, por exemplo, e o Pequeno Pônei teria sido descoberto!