Há uma teoria que diz que pisar no cocô é sinal de sorte.Tenho alguns argumentos que confirmam isso.
Meu primo, quando era criança, não apenas pisou como submergiu na bosta do porco. Anos depois, ele teve a sorte de se casar com uma mulher linda e rica.
Os atores de teatro, antes de entrar em cena, sempre dizem uns aos outros: “merda”, para dar sorte.
A essa altura do texto, o leitor pode estar se perguntando: “mas, se a merda é praticamente um amuleto de sorte, porque as pessoas, quando não estão numa fase boa da vida, costumam dizer que “estão na merda”?
Simples. Porque nem toda merda traz o mesmo grau de sorte.
Trabalhando na rua a minha chance de pisar na bosta é muito maior do que a de quem trabalha em local fechado. Tanto, que já consegui a façanha de repetir esse ato por 10 dias seguidos!
Penso que merecia, pelo menos, ter meu nome gravado no Guinnes Book, o livro dos recordes. Mas, não. O máximo de sorte que alcancei nesse período foi encontrar uma moeda de 5 centavos que, por azar, estava colada na calçada, com Super-bonder.
Depois disso, concluí que a bosta do porco traz muito mais sorte que a bosta do cachorro.
E a merda do gato?
Tenho uma vizinha que tem um gato preto. Dias desses, ela caiu dentro de casa e quebrou a perna. Culpa do gato preto? Lógico, afinal, se ele não tivesse cagado no chão da cozinha, minha vizinha não teria escorregado.
Mas, agora, chega de falar tanta bosta e vamos falar sério: Se você quer ter sorte de verdade, visite a Índia, encontre uma vaca e dê um mergulho no seu estrume.
Se o porco que é o responsável pela gripe suína pode trazer tanta sorte, imagine um animal que é sagrado, como a vaca!