Mostrando postagens com marcador Richarlyson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Richarlyson. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Curtas


Ontem à noite, vi na TV a propaganda do Ministério da Saúde contra o crack.




O Slogan da campanha é: “Nunca experimente o crack. Ele causa dependência e mata”.



Hoje, arrumando o armário, achei um jornal velho cuja matéria de capa dizia:



“Travesti que se envolveu com craque do futebol morre em São Paulo.”



O Ministério da Saúde sempre tem razão!



-----------------------------------------------------------------------------------



Na casa da minha mãe há duas cadelas: Preta (a grande) e Pity (a pequena).



Sempre que chega alguém, Preta, a grande, dá uma cheiradinha básica e logo depois vai pegar algum brinquedo pra chamar a atenção.



Já a Pity, a pequena, fica latindo e ameaçando morder, mesmo quando a gente dá bronca nela.



Dias atrás, Pity escapou para rua e se atracou com um enorme Pit Bull, daqueles de briga.



Você pode até não acreditar, mas a pequena cadela quase matou o Pit Bull...



...engasgado!



É o que eu sempre digo: cachorro bravo tem que ficar preso!



-----------------------------------------------------------------------------------


Certa vez, um amigo careca me chamou de Metrossexual só porque eu disse que raspava o meio das minhas sobrancelhas.



Na verdade, eu não tenho sobrancelhas, tenho sobrancelha, no singular. Porque ela começa em cima de um olho e vai direto, sem intervalo, até o outro olho.



Tipo uma taturana que ficou gigante após sofrer os efeitos da radioatividade.



Taturana de Hiroshima.



Então, sempre que vou fazer a barba, aproveito e dou uma raspadela de leve. Mas, nada que se compare a sobrancelha “bem feita” do Richarlyson.



Depois de explicar isso pro meu amigo careca ele disse:



- Olha, Paulo, se raspando o meio da sobrancelha ela já fica pau-a-pau com a da Malu Mader, imagina se você não raspar! Fica igual ao do Monteiro Lobato. Ha ha ha ha!












Aí eu respondi:




- Pelo menos, quando eu ficar careca, vou poder disfarçar.



- Como?



- Penteando a sobrancelha pra trás!


Depois disso, ele nunca mais tocou no assunto.